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Há trezentos trilhões de anos atrás, no vacuo profundo do infiníto, vagava uma energia abstrata, de forma e cor inusitada, sua capacidade aleatória de imaginar, fez se criar-se algumas estrelas e formas de energia denominadas anomalias, depois de algum tempo ocorreu a grande explosão conhecida como "bigbang" no início da existência de seres primitivos, essa grande energia possuia controle sob todas as formas, havia alimento e água para todos, e os animais habitavam o planeta com alegria e um grande espírito de equipe, de certa feita essa forte energia imaginou um conceito .
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Segunda sete da manhã... Diogo está no carro de seu pai a caminho da escola, o jovem está com raiva pois hoje é dia de prova de matemática, ele sabe que para receber seus presentes seu pai irá exigir notas impecáveis... A poucos metros dali, Otavio acaba de se levantar do meio dos papelões:Tavinho como é conhecido entre os moradores de rua, tem a mesma idade de Diogo... ele também está aborrecido, a fome o levava a cólera. Diferente do convecional, ele não tinha raiva de deus, ou do sistema, Tavinho passou a desacreditar em Deus por amor, sua concepção para com Deus era Deveras Puritana, se Deus existisse ele não poderia controlar o acaso concluiu o garoto depois de tanto refletir... sua cólera era direcionada ao acaso como costumava pensar, para uns seu conceito de acaso era a sorte: sorte ou acaso ela era a causa de tudo, em alguns casos podia ser considerada alegria e em outros casos era como um rigoso algoz, essa energia na concepção daquela criança de rua, era o principal alicerce de sua reflexão, para ele a sorte não é algo controlavel, o acaso não passa de uma energia sem discernimento onde suas escolhas não tem fundamento específico, os destinos assim como as apostas nada mais são que um estado lógico de sorte.
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Andou pela rua chutando lata e resmungando, uma senhora lhe perguntou as horas e ele não lhe deu a mínima... Chegou a escola e a primeira coisa que lhe veio a cabeça foi chutar a lata de lixo, alguns colegas vieram cumprimenta-lo, e ele os mandou tomarem no cu, sem mais nem menos, entrou na sala de aula, sentou em sua mesa, e abaixou a cabeça tentando dormir, a professora veio até ele e perguntou o que havia acontecido, sem responder nada empurrou a cadeira e saiu da sala xingando tudo e todos, a professora ficou perplexa, já havia algum tempo que Felipe apresentava mudanças repentinas em sua conduta. Enquanto isso em sua casa, seu irmão Otavio se perguntava o por que de ele ser tão esquisito, ele não saía de casa sem antes contar até 68, e isso não tinha razão especial, se ele assistisse ou lesse algo, perdia o controle de sua personalidade e acabava encarnando o personagem, nem que fosse apenas por alguns minutos.. O mais preocupante, era que a mãe dos garotos já havia procurado ajuda em diversos psicólogos e até psiquiatras, sabiam quais eram os problemas de cada garoto, Felipe era bipolar, e Otávio era autista; contudo os procedimentos periódicos convencionais não surtiram efeito nos dois garotos. Outro detalhe em comum era que aqueles garotos de apenas doze anos de idade haviam nascido no mesmo dia e na mesma hora, gêmeos. E o homem que executou o parto não era um doutor de verdade. Seu nome era Augusto, seu nome de verdade, augusto era autista e bipolar desde os oito anos de idade, seus pais pessoas singelas e rudes nunca o levaram a fazer tratamento, e aos doze anos quando fugiu de casa nunca mais viu ninguém que realmente conheceu, desde quando conheceu a literatura, Augusto raramente voltava a ser Augusto, seu estado mental era deveras peculiar... No dia em que realizou o parto, Augusto havia acabado de ler O Médico Monstro; quando viu a mãe dos garotos prestes a a entrar em trabalho de parto com a bolsa rompida, Augusto realizou o parto na casa de uma anciã desconhecida... Desde então em certo sentido, os garotos faziam parte do autismo de Augusto, lá dentro de seu infinito particular... os garotos nasceram de um estado mental alterado, era como se o homem que fez o parto na verdade nunca houvesse existido de fato... Augusto já completara trinta e sete anos de vida, um homem sem lembranças e sem esperanças, de vez em quando muito raramente os garotos habitam sua lembrança e Augusto demasiado confuso mudava seu temperamento a ponto de se chocar contra parede até desmaiar de dor...
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Escrever o quê se pensa, nem sempre é transcrever o que se sente, permitir o condescendente é relevar as novas tendências na mesma medida a que nos submetemos a nossa realidade hipócrita, entender o complicado não é necessariamente ser sapiênte, pois em diversas situações de nosso cotidiano, é preciso que adotemos uma pseudo compreensão de cada caso, essa compreensão total de algum ocorrido é o principal alicerce para a formação da demagogia, portanto uma pseudo conclusão seria irrefutável para se evitar vinculos maiores a um ponto de vista. Uma pergunta retórica e uma resposta pensada, é de fato uma atitude prudente, todavia quando a resposta vêm de súbito com o mesmo sentido imposto, é como se ela fosse implacável e invencível, e é com essa conduta impetuosa que as vezes preenchemos um pouco de nosso vázio. O ímpeto em modo geral, no pensamento de muitas pessoas, é portanto um aspecto importante em uma conduta, porém ele é perigoso, e pode nos levar a demasiadas transgressões. Vários fatos, e diversos exemplos de aspectos do ser humano em um ponto de vista abrangente, poderiam ter sidos citados como exemplo, contudo seria perca de tempo, apenas um exemplo escrito sem total transparência, é o que servira como alicerce para o desenvolvimento de uma intensa reflexão referente a importância do equílibrio em todos os aspectos para uma vida toda. O equílibrio é o dogma para uma vida razoável, a vida é uma causa perdida, contudo precisamos relevar isso todos os dias para que com muito esforço nos levantemos da cama, não podemos ser um total pessimista, tampouco é relevante ser um completo otimista, não podemos amar alguém intensamente, o que não significa que não precisemos amar alguém, não podemos em um todo odiar alguém deveras, sobretudo não é preciso, que simpatizemos com todos ao nosso redor, não é preciso que em nossas decisões haja algum tipo de extremismo, nem para mais nem para menos.
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Consciência absoluta: Em virtude de sermos seres pensantes, o primeiro conceito a se desenvolver em todos, o engatinhar do ser existente deve ser relacionado há suprema superioridade do pensamento, o quê conseqüentemente nos dará a percepção de que tudo abrange o psicológico, ou seja, por mais deplorável que seja um fato ou um pseudofato, só irão ser demasiado deplorável de acordo com a capacidade de auto-controle, e entendimento absoluto sobre o dogma de tal ocorrido. Há situações em grande parte dos casos, em que o seu grau é definido com certo exagero. Por fim esse conceito é o mais significativo e abrangente, portanto seria possível escrever sobre ele uma enciclopédia, todavia em suma pode-se afirmar que tal doença relacionada ao estado psicológico de um indivíduo tal como depressões entre alguns outros semelhantes no sentido imposto são atributos escolhidos pelo próprio ser submetido de maneira inconsciente, em grande parte por problemas de ego. Ego por exemplo é algo tão ignóbil, que é irrefutável que o dogma estabelecido é um infinito de fraquezas psicológicas, usando o censo comum chega-se a tal conclusão, se martiriza pelo o que os outros pensam de você? Incontestavelmente ignóbil. À arrogância é ignorância Viver em um país rodeado de pessoas desprovidas de qualquer tipo de erudição, cultura, discernimento e visão política, não é tarefa fácil; todavia muitas vezes mesmo que inconscientemente nos submetemos a uma conduta egocêntrica por presenciarmos tamanho absurdo, contudo uma conduta voltada ao equilíbrio e auto-controle vem a ser mais proveitosa se tratando da vida e de suas oportunidades; as desvantagens da soberba são irrefutavelmente conhecidas por maioria, portanto levarei em consideração as vantagens de nosso equilíbrio em relação aos outros. Confúcio dizia que aquele que aceita a ignorância dos outros, é alguém deveras sapiente, ou seja, o necessário seria compreender as dificuldades dos outros, e não se impor como individuo superior. Comunicação em seu cotidiano Educação o primeiro conceito a ser levado em conta, o mínimo de um cidadão. A transgressão de alguns indivíduos muitas vezes eruditos e até intelectuais, são respectivamente contingências referente a comunicação, não estou afirmando que esse tipo de pessoas citadas não possuem educação, pelo contrário, porém muitos desses cidadãos são prejudicados, pois quando se é levado por uma política baseada em superioridade não se chega muito longe em vista do decorrer do contexto histórico, por exemplo, há um grande número de pessoas que caíram condicionalmente em termos de poder aquisitivo, também é fato que o que nos garanti instabilidade hoje são os nossos conhecimentos de pessoas, portanto a indicação garanti milhares de empregos sendo isso só um exemplo, sempre cultivar amizades, nunca defender totalmente seu ponto de vista, claro em uma situação irrelevante ao qual o ser em discussão seja um demagogo, mesmo que ele esteja errado, procure relevar com um sorriso e dizer algo agradável, possuir auto controle e aprender a separar as coisas, tratar o próximo com carinho Independente de quem seja, manter o bom humor, e procurar ser querido, sabemos que a parte teórica é mais singela que a realidade, contudo é preciso saber viver, portanto não há outra solução, para se prosperar é preciso ser querido, e para se ser querido é preciso amar a todos e assim conseqüentemente ser amado também.
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Nessa quarta feira, é mais uma vez confirmada a honorábilidade do melhor clube do País de toda história do futebol Brasileiro. Regularidade, é o que todos clubes buscão para se desenvolverem como instituição, todavia a incopetência dos dirigentes de clubes, e das diretorias em um modo geral, é o motivo crucial da falta de competitividade no campeonato nacional. São paulo f.c, o clube contemporâneo que mantém o indíce de maior regularidade no futebol Brasileiro, o que fez com que tal, atinge-se sua plenitude como maior clube de toda historia do futebol nacional. Tais afirmações, baseiam-se simplismente no fato de o clube ser o maior vencedor de libertadores e mundiais no país, por serem considerados os títulos de maior escalão para clubes da América, o tricolor do morumbi é indubitavelmente unipotente se tratando de futebol no Brasil.
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Quatro de julho de dois mil e sete; o fim remanescente de uma infância promissora e de uma adolescência turbulenta, sempre em busca de alguma de definição, em busca de muitas respostas ainda não encontradas. O início da verossímil maturidade, de onde supostamente somos submetidos a alguns sentidos irrevogáveis para melhor definição de caráter. Talvez meras palavras não sirvam para nada considerado relevante, todavia o relevante nos tornam ignóbeis, considerando em suma que somos escravos de nossa propria imagem, precisamos provar oquê somos para os outros com intuito de valorizarmos nosso ego particular, isso é natural do ser humano: sermos desprezíveis e egoístas, enfim talvez esse tipo de rebeldia referente a sociedade nem faça parte desse novo conceito de maturidade imposto: haha. A reflexão corriqueira do dia-a-dia hoje é interpretada com outra visão; esses pensamentos são partes complexas sem definições absolutas, talvez com um semblante de início do fim da vida e ao mesmo tempo o fim de uma vida relativamente sem responsabilidades concretas. Todo o período de minha existência nada me tocou profundamente, pessoas que partirão em minha vida, amigos obrigatoriamente esquecidos, enfim, sentimentos invariáveis me levam a uma demasiada controvérsia: será que minha existência teve algum sentido "relevante", não é preciso pensar muito até porque para meu ego isso é irrelevante, isso mesmo, para min o relevante é irrelevante! E dai. Nesse primeiro dia em que me renovo conseqüentemente, preciso me decidir entre seguir o velho testamento de minha "medíocre" existência, ou seguir em frente em busca de evolução em diversos sentidos como ser existente. Fecha-se o velho testamento e iniciasse uma nova fase de real bom senso e definições mais claras de caráter; é hora de transceder oque passou e superar o ignóbil, é hora de evoluir e de me encontrar em meus oblíquos pensamentos extravagantes, é hora de enxergar alguma verdade, e de integrar uma sociedade demasiada hipócrita.
Escrito em quatro de julho de dois mil e sete, transcrito em vinte e três de julho de dois mil e sete: Relatos aleatórios de um infinito particular.
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O vazio da existência, um legado de todos humanos.O vazio que todos seres humanos buscam preencher é de fato principal dispositivo que envolve o poder da imaginação e que influência nos resultados em um modo geral. A atração sexual, as afinidades entre os sexos opostos, são exemplos verossímeis que influenciam no suposto sentimento inexplicável (o amor). O fato é que o tão inexplicável amor, nada mais é que uma reação a antítese de nosso legado não preenchido, ou seja, o ser humano busca preencher seu vazio de diversas maneiras, uns usam drogas em busca de uma transcendência à angustia de nosso vazio. A tese se confirma baseada na ambição do ser humano, a exemplo: não há seres humanos satisfeitos completamente, o contexto do ser humano baseia-se em uma busca inalcançável a felicidade. O contexto das idéias não desmerece o conceito de amor, ou o que ele representa à humanidade, o ser e o nada, foi criado a partir do ser humano que possui em excesso a angustia desse legado, vulgo o vazio. É natural da humanidade buscar preencher o vazio e transcender ao ignóbil sentimento algumas vezes representado por náusea ou nojo de tudo ao seu redor. Quem ama é por vontade própria, a dificuldade em distinguir afinidades e convivência com um sentimento inexplicável, é prova das limitações da humanidade, outro exemplo é um sentimento que surgi subitamente por alguém que o individuo desconheça, a aparência influenciara no poder da imaginação, o argumento imprescindível responsável por quem supostamente o individuo começa a amar, outro aspecto é a maneira em que se desenvolve o diálogo entre dois indivíduos que em grande parte possuem afinidades em comum. Por fim a partir do estado proporcional em que se encontra o vazio em casos peculiares, há uma divergência entre compreensão e necessidade de possuir algo "belo e sublime" a dificuldade de interpretação entre convivência e afinidades, e no outro caso em que o sentimento surgi subitamente é o que define se o ser é realmente capaz de "amar" ou não, amar é bom; desde que se tenha consciência que esse não é o elemento que preenchera o vazio da existência.
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